terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Dia Escolar da Não Violência e da Paz


No âmbito da operação nacional de carácter preventivo “Violência? Não, obrigado.”, dinamizada pela Polícia de Segurança Pública e dirigida a alunos do 3.º ciclo do ensino básico e ensino secundário, o Clube de Solidariedade e Voluntariado promoveu uma sessão de esclarecimento e prevenção sobre esta temática para algumas turmas do 3.ºciclo, da Escola Básica João de Barros. A agente Rosa Duarte, elemento da Equipa do Programa Escola Segura (EPES), esclareceu os alunos, entre outros assuntos, sobre as consequências de atos de violência, no que diz respeito aos aspetos legais, informou sobre os apoios que existem para as vítimas de violência, nomeadamente da violência doméstica e a violência no namoro. Explicou ainda as diferenças entre “Amar” e “Dominar/ser dominado”, salientando que o SILÊNCIO não é amigo da solução. Aconselhou os jovens presentes a evitar os caminhos da violência e a seguirem uma vida tranquila, pacífica.

Esta ação enquadra-se na celebração do Dia Escolar da Não Violência e da Paz e decorreu na Biblioteca Escolar Dr. João de Barros.

Os nossos agradecimentos à agente Rosa pela sua disponibilidade, simpatia e amabilidade.



quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

 No âmbito de uma proposta apresentada às escolas do concelho da Figueira da Foz pl’Odezanovedejunho, Associação Cultural, o Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz desenvolveu uma atividade comemorativa do Dia da Escrita à Mão (que se celebra a 23 de janeiro). Com os pais como guias, os alunos escreveram uma palavra simbólica – “paz” – em russo, ucraniano, uzbeque, maia, castelhano, entre outras línguas, no que se pretende venha a ser uma mostra dos trabalhos dos alunos de todo o concelho. Junto com os desenhos das letras de outros alfabetos os alunos aprenderam também sobre o som das línguas, as diferentes formas como dão nomes a coisas abstratas como “paz”, e as lutas pela preservação de património indígena como as línguas maias. Estas trocas culturais com a população imigrante da Figueira da Foz, potenciadas pelos mediadores culturais da nossa escola, num trabalho colaborativo com a Biblioteca Escolar, mostram como algo tão simples como a escrita à mão pode servir para abrir os horizontes das crianças.